sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Bentisses...!


Esta manhã, como em todos os outros dias, a esposa do (mister) Paulo Bento atirou de manhã, bem cedinho:
Esposa: "Acorda Paulo, que já são 6!"
Paulo Bento: "O quê?! Já marcaram outro?!"

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Jesus Cristo é o senhor?

Sempre admirei os valores da tolerância religiosa. Sempre admirei o bom senso que caracteriza as posições oficiais de qualquer instituição religiosa. Sempre admirei a capacidade das igrejas (não me quero referir a nenhuma em particular, mas a todas em geral) espalharem palavras de harmonia, serenidade e compreensão entre todos. NOT!!!!!

Não quero presumir que conheça todas as igrejas ou que conheça todas as famílias religiosas. Naturalmente, a minha opinião é baseada na informação que me chega pelos meios tradicionais. Não, não professo qualquer religião, não vou à missa, não acredito numa entidade que seja um supra sumo com poderes para condicionar o meu futuro e para me julgar quando bater a bota!

Acredito, sinceramente, que o Mundo seria um sítio melhor se não existissem igrejas (no sentido organizacional do termo - não confundir com religião por favor). Apesar de me identificar com os valores do Cristianismo, choca-me assistir à manipulação, deturpação ou simples destruição protagonizada pelas igrejas mais representativas da nossa praça. Ele é o aborto, o preservativo, a eutanásia, o casamento entre homossexuais, o casamento entre pessoas de credos diferentes... Eu sei lá! O que penso é que todas estas questões são sempre avaliadas e analisadas não à luz dos princípios da tolerância, da compreensão, do respeito pela diferença, mas de um qualquer dogma sobre o qual se constrói a teoria que mais convém.

Parece aquela conversa que reza assim:
A - Não devias gozar com as minhas crenças e com a minha igreja. É sinal de intolerância, ódio e falta de respeito.
B - Mas tu também me atacas e criticas permanentemente por eu não professar nenhuma religião. E dizes que isso é errado e imoral.
A - Mas isso é diferente... Chamar-te imoral e malvado faz parte das minha crenças e, portanto, é um direito que eu tenho.

Any questions?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Saquear sem dó, furtar sem pudor, arrombar sem piedade!


O pasquim está de parabéns!
A parabenização de um pasquim erigido pela bandidagem não podia ser levada a cabo de outro modo que não divulgando imagens de “coisas boas de cabelos compridos”!
Perguntam-se então os nossos 3 leitores: “Porque razão está uma sombra de gaja nesta foto?” Meus caros, a arte da bandidagem não tem um rosto alvo, não tem um corpo alvo, não tem uma figura definida. É um ideal, um desígnio, uma missão! A todos a mulher ideal mas a todos qualquer fêmea que entra no horizonte da bandidagem!
Esta sombra é “aquela fêmea” e é “todas as fêmeas” porque é esse o princípio máximo da bandidagem! Saquear sem dó, furtar sem pudor, arrombar sem piedade!
A todos os bandidos PARABÉNS!

Vamos jogar jogos!


No jogo das damas como na vida (dum modo geral) quando uma dama está em posição para ser comida o jogador é (ou devia ser) obrigado a comer a dita (dama). E regras são regras.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

A muitos mais... ai quando fores maior de idade,irei ser bem mais ousado!!!


Como nao podia deixar passar em branco este grande feito... e porque o primeiro anus é sempre especial... entao aqui bai o meu presente.

Um ano de La Quadrilha, caralho...!


Quem diria....?! O primeiro aniversário desta espelunca de furtuaria e vitupérios está cumprido... Parece que foi há uma eternidade que este ajuntamento de malfeitores decidiu lançar mão de um projecto ambicioso (médio, vá) de escárnio e maledicência a nível nacional, mas não, foi só há um ano atrás. Assim, em nome dos bandidos que discorrem estupidez em barda neste pasquim de imoralidades, um sentido obrigado a todos aqueles, três, apenas três, enviesados leitores que nos têm acompanhado - ao mesmo tempo que vão sedimentando um ensurdecedor e mudo desejo de porem termo à vida, mas isso é lá com eles.
Para terminar, e porque já vem sendo moda em tempos de crise, quem faz anus é que oferece o presente, por isso... cá vai o nosso - não obstante ser mais do mesmo (i.é, coisinhas boas com loooongos cabelos), acrescenta-se a extraordinária inovação interactiva, com a hipótese de escolherem, do que vem oferecido infra, em consonância com os gostos pessoais de cada um - boa escolha, rapaziada:
Prenda # 1:

Prenda # 2:

Um puto de 6 anos e uma bola XXL

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

A propósito dos casamentos entre mulheres cristãs e homens muçulmanos… pouco ou nada!


Eu bem que deixei passar a primeira do nosso cardeal de Richelieu (“as jovens portuguesas que pensem duas vezes antes de casar com um muçulmano (…) é meterem-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde termina”). Mas a Igreja Católica tem destas coisas: quando se apanha nas bocas do mundo sente que os bons velhos tempos estão de volta. Mas não estão. E às tantas é melhor assim, que eles já encazinaram esta merda durante muito tempo. Bom, mas antes de começar a malhar na religião (católica, muçulmana, hindu, adventista de qualquer coisa maior ou missionária das mini missangas coloridas) deixem-me frisar que os militantes de La Quadrilha, não obstante fazerem profissão de fé exclusiva do dinheiro e dos vícios que este pode comprar, estão de acordo com ambas as facções (partes ou credos, como entenderem) deste conflito e/ou jogo de piparotes e atoardas que têm vindo a lume. Assim, começo por apresentar as duas equipas em confronto: de um lado, com camisola preta e risca vermelha horizontal na zona da protuberância abdominal e saiote preto, uma salva de palmas para o Vaticano FC onde pontificam, entre outros, os cardeais D. José Policarpo e D. José Saraiva Martins; do outro lado, uma calorosa recepção para o Club Amigos de Alá e Maa Durga (uma espécie de resto do mundo, teologicamente falando), onde encontramos os mais altos (mas menos conhecidos) representantes das outras religiões, a alinharem de camisa de noite com cores garridas e vestes largas sem calções, alguns dos quais com mini-cestos do pão no cocuruto. E eis que Zeus apita e… começa a rolar a parvoíce! Sim, dona de casa que nos lê nos intervalos do programa do Goucha e da loira estridente e estrábica que o acompanha (justamente porque googlava na net a palavra Goucha e um dos resultados encaminhou-a para aqui), é desta maneira que eu vejo a coisa. E, se me permite, outra visão que não a minha é parvoíce! No fundo, as altercações e polémicas que a Igreja Católica vai semeando quando deixa falar os seus, mais não são do que desesperados apelos de ajuda. Sim, de ajuda. De uma gorada tentativa de regresso à hegemonia e notoriedade perdida em meados do século XX depois de uma catrefada de séculos a dominar. De uma sede por protagonismo. Por arrebatada devoção. Por manifestações retumbantes de fé e entrega espiritual (que não as dos santinhos das igrejas que choram vinho por dá-cá-aquela-palha). Por tudo isto, perceber que de todos os conflitos religiosos que grassam por esse mundo fora, e que não são poucos, onde a devoção assume contornos trágicos e explosivos (sim, fui assim tão previsível, e depois?), em nenhum deles haver o dedinho da Igreja Católica deve doer. E nem me venham falar da Irlanda e dos católicos e dos protestantes e do Sunday Bloody Sunday que a Irlanda agora tem problemas a sério e não tem tempo para estas minhoquices – até porque protestantes e católicos andarem às turras numa ilha faz, para mim, tanto sentido como relatar uma final de ténis de mesa entre dois coreanos na rádio.

Import/Export # 13: by Batata frita digital (nonsense com qualidade)

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Paper Planes (Slumdog Millionaire OST)



Por razões óbvias para quem conheça ou para quem se dê ao trabalho de ouvir esta música (mormente o refrão), esta vai sendo, até ao momento, a música do ano de 2009 para os meliantes que encabeçam esta quadrilha. É daquelas que ouvida teimam em não sair da cabeça. Como dizem as apresentações de qualquer filme hoje em dia, listeners discretion is advised.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Sexta-feira 13


Não entendo que azar é que pode resultar do facto de o número 13 calhar numa sexta-feira. Já se calhasse numa segunda-feira...!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Motivational Poster


Nos dias que correm (com crises e chuva a granel) este é, indubitavelmente, o meu motivational poster... Estou até a pensar em pôr uma coisinha destas no meu local de trabalho (não umas glândulas mamárias capazes de afundar o Titanic, caro operário da construção civil que nos lê através do computador do encarregado da obra em Valpaços, antes um poster idêntico a este) para ver se a coisa arrebita (a motivação, bem entendidas as coisas!).

Import/Export # 12: Façamos de conta...!


Mário Crespo in Jornal de Notícias (Crónica de Opinião):
«Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo. Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.»

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Pilot: "We're going to be in the Hudson"



Foi divulgada a gravação da conversa entre a torre de controlo e o avião que amarou no rio Hudson (Nova Iorque). Uma delícia a calma com que o piloto, Chesley Sullenberger, vai falando com a torre de controlo.
Tower: He lost trust in both engines, he says. (... ) Would you like to land on the runway 1:3?
Pilot: We're unable. We may have to dip in the Hudson.
Tower: It could be less traffic to runway 3:1.
Pilot: Unable.
Tower: Ok. What do you need to land?
(...)
Pilot: We're going to be in the Hudson.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Ora, como lidam nuestros hermanos (com) a crise?


O governo espanhol, liderado por José Luis Zapatero, não teve pejo em culpar a banca pela crise que se vai vivendo um pouco por todo o lado e garantiu que "está a ficar sem paciência para os bancos". Já depois destas declarações, o ministro da Indústria espanhol, Miguel Sebástian, acusou os bancos de serem os principais responsáveis desta crise, alertando que se as empresas e as famílias não receberem financiamento o Governo vai actuar "em consequência", avança o jornal "Expansión". O dito ministro considera, ainda, que os bancos são os principais culpados desta crise, pelo que terão também de ser os "protagonistas" para saírem dela. Ah!, espanhóis dum raio. Isto é que é pegar um touro p'los cornos. Por cá, neste belo jardim alagado, não obstante a PJ ter concluído (mais) uma investigação sobre um esquema que envolve contas “offshore” de um banco que opera em Portugal, o Governo continua a apelar ao bancos para que ajudem as pequenas e médias empresas a navegarem através da crise (o ministro das finanças, Teixeira dos Santos, afirmou que num cenário limite em que houvesse incumprimento das condições da garantia de 20 mil milhões de euros fornecida pelo Estado aos bancos, se equacionaria a hipótese de retirada da dita garantia). Eu não percebo grande coisa de tauromaquia, mas como para todos os demais resulta clara a diferença entre uma pega de caras (a espanhola) e uma pega de cernelha (a portuguesa).

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Os Adventistas do "de" divino


Como se já não bastassem os Adventistas do sétimo dia, as IURDS, os Missionários do verbo divino (seja lá ele qual for - o verbo, bem entendido), entre outros, descobri recentemente mais um movimento religioso cuja eclosão e propagação fundamentalista se faz a partir de Lisboa. Falo, como julgo ser óbvio para os mais atentos, dos Adventistas do "de" divino. Sim, inusitado leitor, falo daqueles que fazem profissão de fé em torno da sagrada preposição (causativa) "de" em todas as frases em que conseguem encaixar a dita preposição - mesmo aquelas em que a sua empregabilidade não é, ortograficamente, correcta, nem, ao menos, foneticamente, agradável. Acredito que sejam os mesmos que afirmam, aquando da construção de um qualquer lego, o seguinte: «cabe, cabe... tens é de martelar aqui a peça... vês, já cabeu!». Bom, mas querem um exemplo (ou dois) da propagação bíblica desta nova ordem religiosa? Pois bem, cá vai: «olha, Márcia Cristina, devia era "de" haver um castigo pós políticos que recebem luvas!», ou ainda «o marido da Celeste Badalhoca, devia "de" ser capado, esse patife». Ai ai ai, não me canso de os ouvir nessas calçadas portuguesas a pontapear a gramática com a força duma ignorância anuviada pela incúria linguística. A cruz será, porventura, castigo demasiado pequeno para tamanho (e reiterado) atropelo gramatical. Hummm, já as fogueiras...!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Eu não dizia...!



Conforme prometido aqui mesmo, mas ali mais abaixo (num disparo de segunda-feira), cá estou eu de volta para provar as minhas capacidades de adivinhação. Efectivamente, não só desapareceram as manchetes nas quais o Sp. Braga reivindicava ter sido vítima de roubos e assaltos e estupros e tudo e tudo (relembrando que após o jogo com o SL Benfica o choradinho durou 2 semanas inteiras, ao passo que após o jogo com o FC Porto durou... 3 dias?!), com exigências de árbitros estrangeiros, de maior transparência nos processos de nomeação dos árbitros, de uma palavra a dizer na escolha da indumentária dos árbitros e nos décibeis dos seus apitos, etc., como ainda descobrimos que o que vai fazendo as manchetes desportivas nesta sexta-feira são as notícias de troca de jogadores entre o SP. Braga e... o FC Porto. De facto, não há grito que não se possa calar. Ou, ao menos, insonorizar.
P.S. Infelizmente para os lados da Luz houve castigo para o grego Katsouranis por ter usado a expressão "roubados". Foi, realmente, a primeira vez que ouvi tamanho palavrão da boca de um jogador e/ou responsável no futebol português, razão pela qual entendo que o castigo (de um jogo de suspensão) não só é justo como, provavelmente, peca por escasso. Os mais cépticos poderão perguntar se haverá filhos e enteados no futebol português, mas eu asseguro-vos que isto são apenas resquícios vingativos de uma certa final perdida num certo Europeu de futebol... "Vocês sabem do que eu estou a falar!"

O nosso primeiro é o mááááior - menos quando fala (ou tenta) em inglês!

+

Coitado do nosso primeiro... A Comunicação Social tem dado grande destaque ao tema Freeport (ou Freepor, sem t, como diz o nosso primeiro, coitadinho), como se tivessem descoberto o ovo de colombo. Toda a gente sabe, desde aqui (chamemos-lhe, Local X) até Freixe de Espada à Cinta, que quem quer alguma coisa a mexer neste país de doutores tem de abrir os cordões à bolsa. Não é segredo. Aliás, quem nunca ouviu falar no princípio do utilizador-pagador (ou nas suas variantes mais refinadas: construtor-pagador, ou explorador-pagador, ou ainda curtidor-pagador), tão amplamente propalado nessa mesma Comunicação Social, que levante a mão e seja imediatamente abatido por ignorância! O português e os seus brandos, mesmo frouxos, costumes nunca fez caso deste sistema. Quer dizer, lá esperneia um bocadinho (para não parecer que lhe podem calcar todo o tipo de botas em cima), mas depois deixa passar. O português também não quer ser chato e estar sempre a buzinar pelo mesmo (a não ser que faça parte dessa corja conhecida como "os professores", que agora que aprenderam o caminho para a Av. da Liberdade e, bem assim, para Belém e os seus famosos pastéis, não param de chagar o país com as suas reivindicações, rimas muito mal amanhadas e embaraços no trânsito da capital). O português é, em bom português, porreiro, pah! E o nosso primeiro, coitadinho, também o é. O que a Comunicação Social esquece é que o nosso primeiro, coitadinho, é um gajo do norte (de Vilar de Maçada, Alijó) e, mais ou menos, engenheiro civil, ou seja, é (por nascença e formação, mais ou menos) uma gajo despachado, que quer pôr o país a mexer, com gruas e pontes e auto-estradas e aeroportos e tgvs e quartéis de bombeiros e hospitais e o que mais houver para, imitando o popular jogo SimCity, se aproximar (ainda que só na vida real, que na PS3 é que é a doer) do highscore do Pedro Silva Pereira, ministro da presidência, que passa a vida a gabar-se dos feitos virtuais na gestão da sua própria Lisbópolis. Quanto a este (real) escândalo de (alegada) corrupção sob a forma de recebimento de luvas, dois considerandos: (1) é muito estranho que esta salganhada de luvas e adereços tenha vindo a público em ano de eleições legislativas e logo quando o tempo começa a arrebitar e (2) convenhamos que ao nosso primeiro, coitadinho, o 6º homem mais elegante do planeta em 2008, umas luvas inglesas não fazem pandan com a indumentária italiana.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Import/Export # 11: Kylie Minogue banned commercial



Como definir estes 95 segundos de puro entesoamento?! Maldade, talvez...!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Import/Export # 10: O mágico da máscara by "Os Contemporâneos"



Num dos mais brilhantes sketchs do programa "Os Contemporâneos" da RTP - ao qual se juntam outros, chamemos-lhe, por delicadeza, menos brilhantes - surge uma explicação muito plausível para o desaparecimento de 500 milhões de euros do BCP: nada mais, nada menos do que um truque no qual o mágico da máscara faz desaparecer dinheiro, muito dinheiro. Que delícia os pormenores com que se conta, resumidamente, a história da fraude do BCP e, noutro momento, quando se refere à distracção do público, do Ministério público e do Banco de Portugal, assim duma só assentada, pela passagem das pernas da bela assistente do mágico da máscara!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

RocknRolla


"People ask the question: what's a RocknRolla? And I tell 'em - it's not about drums, drugs, and hospital drips, oh no! There's more there than that, my friend. We all like a bit of the good life - some the money, some the drugs, other the sex game, the glamour, or the fame. But a RocknRolla, oh, he's different. Why? Because a real RocknRolla wants the fucking lot."

Serviço Público # 1: Veracidade ou fingimento nos orgasmos femininos


Porquanto todos os Bandidos, mormente os que se emparelham neste pasquim de falsidades, compreendem que a única maneira de chegar ao apanascado leitor, por forma a cativá-lo, ganhar-lhe a timorata confiança e, depois sim, palmá-lo em toda a glória, passa por ir ao encontro dos seus apanascados interesses, segue infra um excelente texto que poderá ser muito útil aos empreiteiros da vulgaridade que nos lêem aquando da interacção dos mesmos com o sexo oposto (e só com este, que este folheto de ilicitudes não alimenta panisguices).
"As mulheres podem aperfeiçoar as suas capacidades de representação como quiserem, mas um observador perspicaz com conhecimento suficiente de fisiologia poderá provavelmente saber. De acordo com sondagens, estudos e textos médicos, cada orgasmo feminino é precedido por quatro estádios. Não são diferentes dos estádios que antecedem o orgasmo masculino.
(1) No primeiro estádio, o clítoris fica erecto, os dois terços internos da vagina incham e a pele em volta fica mais escura. Isto são sinais de que está a aumentar o fluxo sanguíneo nessa zona.
(2) No segundo estádio os mamilos endurecem e as mamas tornam-se sensíveis.
(3) Depois vem o terceiro estádio, que tem a ver com a respiração. O ritmo respiratório torna-se mais rápido, mais curto e mais profundo, e nalguns casos até rítmico, à medida que o corpo tenta inalar mais oxigénio.
(4) Depois, precisamente antes do todo-importante estádio de clímax, a parte de cima do corpo fica corada, o pescoço da mulher e o peito ficam vermelhos e as faces ganham uma tonalidade rósea. É aqui que o Vesúvio está prestes a explodir. O que se segue a seguir são espasmos musculares que se estendem por todo o corpo, particularmente na vagina, no útero e na zona pélvica. As primeiras contracções são as mais fortes. À medida que isto acontece, as coxas da mulher tremem ligeiramente e as costas arqueiam-se e alongam-se incontrolavelmente.
Meus caros e inexperientes leitores, não olvidem que os sons são uma boa forma de revelação. Os gemidos suaves e as frases incompletas são sinais de que um orgasmo pode ser verdadeiro. Se uma mulher profere uma frase coerente ou grita tão alto que acorda os vizinhos, há hipóteses de ela estar a fingir."
in Expresso de 12 de Janeiro de 2009

Há dias assim

Há dias em que acordamos com a nossa criatividade verbal toldada por uma estranha excessiva sensibilidade às "boas maneiras" de um qualquer bom cidadão. E também há dias em que só nos apetece levar 2 bocetadas na cara...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Olhó Sporting de Braga a fingir!!!


O presidente do Sporting de Braga, um tal de António Salvador, o mesmo que conseguiu andar a choramingar e a ameaçar que fazia e que acontecia durante 15 dias (!) por causa de um golo em fora-de-jogo e dois penáltis não assinalados a favor do Braga no jogo contra o SL Benfica, teve agora de fingir estar tão ou mais aborrecido com o "roubo" de que afirma ter sido vítima no jogo de sábado contra o FC Porto - onde foi inequívoco o fora-de-jogo no primeiro golo do Porto e onde não foram assinaladas três grandes penalidades a favor dos coitadinhos dos minhotos. Eu que já cá ando há muito tempo só quero ver se esta celeuma chega, ao menos, ao fim desta semana ou se, ao invés do que aconteceu no jogo do Braga contra a equipa da qual o senhor presidente dos minhotos não é sócio, isto não passa de 4a feira. Eu já sei a resposta, mas não a revelo ao céptico (e provavelmente mal formado) leitor que nos consulta em horário de expediente, aproveitando os intervalos em que o patrão está em reunião. Assim, qual Zandinga do século XXI, prometo voltar a este assunto na próxima sexta-feira para disparar o seguinte e singelo post: Eu não dizia...!