"Estatuar: v. | Ficar parado à porta de casa para não ter de fazer conversa com o vizinho que também está a sair."
by Anónimo in "Novas palavras novas" (FB)
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Novas palavras que sempre fizeram falta # 4
"Sebastianar: v. | Levar para a frente uma má ideia, como re-aquecer pizza, cortar o próprio cabelo ou combater o exército do sultão Abd al-Malik em Alcácer-Quibir."
by Anónimo in "Novas palavras novas" (FB)
by Anónimo in "Novas palavras novas" (FB)
Novas palavras que sempre fizeram falta # 3
by Anónimo in "Novas palavras novas" (FB)
Novas palavras que sempre fizeram falta # 2
"Dinossábio: s. m. | Aquele que possui um conhecimento profundo sobre temas obsoletos, como saber de cor os números do teletexto ou a chave do totoloto da semana passada"
by Anónimo in "Novas palavras novas" (FB)
by Anónimo in "Novas palavras novas" (FB)
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Novas palavras que sempre fizeram falta # 1
"Postignação: s. m. | Condição do indivíduo que, perante várias opções de merda, se vê obrigado a escolher a menos merdosa"
by Anónimo in "Nova palavras novas" (FB)
by Anónimo in "Nova palavras novas" (FB)
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
A frase da semana # 200
"O Jesus quando olha para o banco fica com aquela cara de quem está no Jamaica e acendem as luzes..."
by Gordo in blog Gordo, vai à baliza
terça-feira, 28 de outubro de 2014
A frase da semana # 199
"Quando li a decisão da juíza do Supremo Tribunal Administrativo [que concluiu que o sexo não é tão importante depois dos 50 como é aos 20 ou aos 30], e tendo presente que a senhora juíza tem 54 anos, fiquei sem perceber se se tratava de uma sentença ou de um desabafo...!!"
by Pedro Mexia in Governo Sombra (TSF)
by Pedro Mexia in Governo Sombra (TSF)
Import/Export # 178: A preguicite do PM
(...) “Todos os comentadores e jornalistas podem olhar para os números e saber o que eles dizem”, afirmou o primeiro-ministro. Pois podem – e é esse exercício que proponho que façamos aqui hoje, para não sermos acusados de calacice e bandarreio.
A despesa pública diminuiu entre 2011 e 2014? Diminuiu. Contudo, convém ver de que tipo de despesa estamos a falar. Segundo os números da Ameco, já com extrapolação (possivelmente generosa) para o ano em curso, essa redução é de cerca de 4,8 mil milhões de euros (de 84,4 mil milhões, em 2011, para 79,6 mil milhões, em 2014), o que, em percentagem do PIB, dá 2,2 pontos percentuais. Mas a que se deve a parte de leão desse corte? Reorganização de serviços? Redução de funcionários? Dieta de custos intermédios? Não: corresponde a uma diminuição gigantesca no investimento público, que passou de 6,8 mil milhões em 2011 (4% do PIB) para 3,5 mil milhões em 2014 (2,1% do PIB). Ou seja, se aos 2,2 pontos percentuais de cortes na despesa retirarmos estes 1,9 de investimento, sobra-nos uns magríssimos 0,3 pontos percentuais de corte efectivo de despesa na estrutura do Estado.
Ora, se o ajustamento pelo lado da despesa foi feito praticamente à custa da diminuição do investimento, o que isso significa é que nada de realmente estruturante mudou quanto ao peso do Estado na economia nacional. (...)
O problema da “inverdade” de Passos Coelho é que não há contradição nenhuma entre a despesa cair e o sacrifício de essa queda poder ser, em boa parte, inútil – tal como uma dieta pode, em vez de abater barriga, cortar na massa muscular. Perde-se peso? Sim. Mas no sítio errado. É por isso que Pedro Passos Coelho está neste momento a apanhar pancada de todos os lados. Um keynesiano lamenta os cortes no investimento. Um liberal lamenta que só tenha havido cortes no investimento. Tanto um como o outro acabam, inevitavelmente, por fazer um péssimo balanço destes três anos de austeridade. O primeiro-ministro não será patético, e muito menos preguiçoso, mas é líder de um governo que foi incapaz de fazer aquilo de que o país mais necessitava. E esta verdade vai acertar-lhe como um punho nas eleições de 2015.»
by João Miguel Tavares in jornal Público
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Import/Export # 177: True meaning of friendship

«Os amigos nunca são para as ocasiões. São para sempre. A ideia utilitária da amizade, como entreajuda, pronto-socorro mútuo, troca de favores, depósito de confiança, sociedade de desabafos, mete nojo. A amizade é puro prazer. Não se pode contaminar com favores e ajudas, leia-se dívidas. Pede-se, dá-se, recebe-se, esquece-se e não se fala mais nisso.
A decadência da amizade entre nós deve-se à instrumentalização que tem vindo a sofrer. Transformou-se numa espécie de maçonaria, uma central de cunhas, palavrinhas, cumplicidades e compadrios. É por isso que as amizades se fazem e desfazem como se fossem laços políticos ou comerciais. Se alguém «falta» ou «não corresponde», se não cumpre as obrigações contratuais, é logo condenado como «mau» amigo e sumariamente proscrito. Está tudo doido. Só uma miséria destas obriga a dizer o óbvio: os amigos são as pessoas de que nós gostamos e com quem estamos de vez em quando.
Os amigos têm de ser inúteis. Isto é, bastarem só por existir e, maravilhosamente, sobrarem-nos na alma só por quem e como são. O porquê, o onde e o quando não interessam. A amizade não tem ponto de partida, nem percurso, nem objectivo. É impossível lembrarmo-nos de como é que nos tornámos amigos de alguém ou pensarmos no futuro que vamos ter. A glória da amizade é ser apenas presente. É por isso que dura para sempre; porque não contém expectativas nem planos nem ansiedade.»
by Miguel Esteves Cardoso in 'Explicações de Português'
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
A frase da semana # 198

by Helena Garrido in Jornal de Negócios
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
A frase da semana # 197

by José Pacheco Pereira in revista Sábado
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
A frase da semana # 196

by Ricardo Araújo Pereira in revista Visão (09.10.2014)
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
A frase da semana # 195

by João Pereira Coutinho in revista Veja
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Import/Export # 176: Tecno(de)forma

by Ricardo Araújo Pereira in revista Visão (02/10/2014)
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
A frase da semana # 194

by Ricardo Araújo Pereira in Governo Sombra (TSF)
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
A frase da semana # 193

by Ângelo Correia, militante do PSD e antigo patrão de Passos Coelho na Formentinvest
A frase da semana # 192

by Mariana Mortágua, deputada do BE
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
A frase da semana # 191

by Nuno Godinho de Matos, administrador não executivo do BES in jornal i
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
A frase da semana # 190

O Paulo Bento ainda não foi despedido??! Quem me dera ter patrões assim..."
by Gordo vai à baliza
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
A frase da semana # 189

by Jerry Seinfeld in Público
A frase da semana # 188

by Vasco Pulido Valente in Público
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
A frase da semana # 187

«Otávio a caminho do Porto. O ritmo de contratações do Lopetegui faz lembrar um adepto do Arouca que começou uma época com o Chelsea no FM.»
by Um azar do Kralj
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